terça-feira, 28 de maio de 2013

Mais uma edição de "O Cambucá na Praça" está chegando!!!
Esperamos por vocês para uma manhã semeando um Cantagalo mais verde.
Faremos distribuição de mudas de cambucá, doadas pelo INEA, e de árvores nativas da Mata Atlântica, doadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Dia 8 de junho, sábado, à partir das 9h da manhã, na Praça da Matriz em Cantagalo.


Está chegando mais uma edição do Seminário sobre Questões Ambientais do Colégio Euclides da Cunha.
Neste ano, os trabalhos apresentados integram o Projeto Raízes da Gente: Cantagalo - 200 anos fazendo história e cultivando valores.

VI Seminário Sobre Questões Ambientais - Raízes da Gente
Dia 07/06, sexta-feira
7h às 12h: Ensino Fundamental II e Ensino Médio
13h às 15h: Ensino Fundamental II
16h às 17h: Euclidinho


domingo, 14 de abril de 2013

Cambucá - árvore símbolo de Cantagalo


      Qualquer morador ou turista em passagem pela cidade de Cantagalo se encanta com imponência das palmeiras imperiais em Praça João XXIII, também conhecida como Jardim de Cantagalo. Sendo assim, muitos se perguntam por que a árvore símbolo da cidade não é uma palmeira imperial, mas o cambucá, uma árvore pouco conhecida.
Responder a este questionamento é simples. Em primeiro lugar, pesa a favor do cambucá o fato dele ser uma árvore nativa de Mata Atlântica, ou seja, habitante de longa data destas terras, ao passo que a palmeira imperial é uma árvore exótica, originária das Antilhas, introduzida no Brasil pela Corte de D. João VI.
Mas o principal motivo de ser o cambucá árvore símbolo de Cantagalo, reside na relação histórica, impregnada de simbolismo, entre a cidade e a Reserva dos Cambucás. Nos primeiros anos do século XX Cantagalo sofreu um surto de febre amarela e grande parte da população foi dizimada. Algumas famílias, detentoras de mais posses, abandonaram suas casas na cidade buscando cidades onde pudessem ficar a salvo da doença. Foi um período de grande sofrimento coletivo que formou uma cicatriz na história da cidade.
 Para que a cidade pudesse reerguer-se e as famílias pudessem retornar aos seus lares, o poder público da época tomou uma série de medidas de saneamento, seguindo os modelos propostos pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz na cidade do Rio de Janeiro. Entre as medidas adotadas estava a captação e canalização da água – abundante e de boa qualidade – da Bacia dos Cambucás, para ser distribuída para toda população. As obras ficaram prontas em 1904 e a água da Bacia dos Cambucás foi utilizada pela população até a década de 60, quando a água passou a ser fornecida pela CEDAE. Além da captação da água da Bacia para garantir o consumo de água de boa qualidade, foi construído um sistema de dique no córrego São Pedro (que corta a cidade), na altura da atual rua Maria Zulmira Torres, a fim de controlar o volume de água no mesmo, evitando a formação de poças que favoreceriam a proliferação do mosquito transmissor do vírus causador da moléstia.
Desta forma, a simbologia do cambucá está associada à resistência e recuperação da cidade em determinado período histórico marcado pelo sofrimento da população. Apesar do registro da ocorrência endêmica do cambucá no município, a relação do cambucá com a historia local foi determinante para que ele fosse adotado como árvore símbolo da cidade.


Fabiana Figueira Corrêa
Coordenadora do Projeto Cambucás
Colégio Euclides da Cunha – Cantagalo, RJ

8 pés de cambucás?

Esta tem sido uma pergunta feita de forma recorrente a nossa equipe.
Só existem 8 pés de cambucá na nossa região?
A resposta, lógico, é não!
Durante a gravação da reportagem conversamos e enumeramos algumas propriedades conhecidas onde sabíamos existir cambucá. Foram enumeradas cerca de 8 propriedades, daí a informação dos "8 pés de cambucás".
Mas podem dormir menos preocupados...existem mais de 8 pés de cambucás por aqui. Mas o trabalho com o replantio ainda precisa ser intenso.
Graças a esta contradição nas informações, temos sindo contactados por vários proprietários rurais nos informando da ocorrência de cambucá em sua propriedade.
Fica uma dica para os proprietários rurais...tem muita gente querendo provar a fruta!
Quem sabe podemos organizar uma feirinha na praça na próxima frutificação?

O texto da matéria publicada no portal G1 foi traduzido e publicado em fórum sobre frutas topicais e pode ser acessado no link abaixo:
http://tropicalfruitforum.com/index.php?topic=4328.0
A matéria produzida pela equipe de jornalismo da INTERTV SERRA+MAR para o Globo Rural pode ser visualizada no seguinte link:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/vida-rural/noticia/2013/02/biologos-trabalham-para-preservar-o-cambuca-na-regiao-serrana-do-rj.html

Que venha 2013!



2013 começou a todo vapor para o Projeto Cambucás.



Ainda em 2012 havíamos sido procurados por uma equipe de jornalismo da INTERTV SERRA+MAR, de Nova Friburgo, para filmagem de um programa para o Globo Rural. O contato foi feito em outubro, mas como eles precisavam das árvores

em frutificação, a gravação foi adiada. A equipe de reportagem retomou o contato apenas no final de janeiro e foi uma correria encontrar alguns pés ainda com frutos, já que o auge da frutificação tinha acontecido entre o final de dezembro e o início de janeiro. Como quem tem amigos não fica desamparado, conseguimos programar a filmagem para duas propriedades nos arredores de Cantagalo: o sítio da família Cosendey Campanate a Fazenda São Clemente.
Com as bençãos de São Clemente conseguimos, apesar das chuvas nos dias que antecederam a gravação, gravar o programa na primeira semana de fevereiro. O programa foi ao ar no Globo Rural e no INTERTV Rural. Nas últimas semanas, um fragmento do programa tem sido veiculado no intervalo da programa da TV Globo.
É o cambucá frutificando na mídia brasileira e o prenúncio de novos ventos em nosso Projeto!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

V Seminário Sobre Questões Ambientais

O V Seminário sobre Questões Ambientais está chegando!!
Acontecerá no Colégio Euclides da Cunha, no dia 06/06/2012., a partir das 7h
Vamos refletir sobre os problemas comprometem e ameaçam o equilíbrio da vida na Terra.
Qual o futuro que queremos??????


terça-feira, 22 de março de 2011

Palmeira iri











Entre tantas árvores que podemos observar ao longo da trilha, como pau jacaré, canela, embaúba, podemos ressaltar a alta incidência da palmeira iri. Suas folhas e caule são cobertos por espinhos, aos quais devemos estar atentos, pois podem causar muito incômodo ao penetrar na pele.

O início da trilha...











Ao entrar na trilha da mata, proprimanete dita, devemos procurar deixar os sentidos em alerta para que se possamos ter diferentes percepções do ambiente. Podemos observar a variação de fatores ambientais abióticos (tais como luminosidade nos diferentes extratos da mata, umidade, temperatura e características do solo) em relação ao percurso anterior na área de pastagem.
Em realção à biodiversidade podemos identificar espécimes vegetais e registrar a presença da fauna de pequeno e médio porte, ou mesmo vestígios de sua ocupação nesse espaço.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Em direção à Trilha











Caminhamos por uma trilha no pasto antes de entrar na trilha fechada da mata.


Ao longo deste curto percurso, podemos observar a paisagem de mar de morros, as marcas deixadas pelas antigas plantação de café nos morros, o desgaste provocado pela pecuária e as antigas divisões orgânicas das propriedades através de plantações, principalmente por moitas de bambu.


Logo na entrada da trilha, percebemos o que nos esperava: por conta das chuvas intensas...a entrada da trilha estava fechada por vegetação alta e árvores caídas. Situação que se repetiu durante todo percurso.




Subida ao Marco Zero




Nossa visita à Rebio Cambucás começa a partir do Marco Zero.


Marco Zero é um nome arbitrário dado ao ponto inicial da marcação das atividades desenvolvidas no Projeto Cambucás, em sua versão inicial. Este ponto dista aproximadamente 1800m do tanque de coleta d’água.
Neste ponto observa-se o relevo típico da Serra do Mar (mar de morros) e em dia de céu claro é possível avistar os 3 picos, em Nova Friburgo.


Pode-se observar nesse ponto áreas destinadas à pecuária e áreas com vegetação remanescente (típica de Mata Atlântica).
Já foram plantadas mudas de Cambucás nessa área, estendendo o plantio até a entrada da mata, mas os espécimes não resistiram às condições impostas pelo meio (excesso de luminosidade e escassez de água, por tratar-se de área degradada pela pastagem).


Vale considerar que toda trilha que percorremos não pertence propriamente à Rebio, mas sim a propriedades particulares vizinhas a ela.

PROJETO CAMBUCÁS - 2011


Com 10 anos de atividades, o Projeto Cambucás inicia as atividades do ano de 2011 com a formação de mais uma turma de monitores.

Os alunos do Ensino Médio do Colégio Euclides da Cunha participaram de uma palestra sobre o Projeto Cambucás e sobre a história da Rebio Cambucás, seguida de uma visita à Rebio Cambucás. Todos os alunos deste segmento participaram da atividade, para que posteriormente os monitores sejam selecionados.

Desta forma, iniciamos no dia 17/03 as ações do Projeto Cambucás no ano de 2011. Aguardem, pois teremos muitas novidades.



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Mudas e sementes de cambucá

Prezados amigos admiradores de cambucá,
Infelizmente não estamos produzindo mudas de cambucás e não temos sementes para fornecer.
As atividades relacionadas à produção de mudas eram realizadas no Horto Florestal de Cantagalo, administrado pelo IEEF. Com a reestruturação administrativa da política ambiental do Estado do Rio, o IEEF foi extinto, sendo então o INEA o ógão atualmete responsável pelo o Horto Florestal. Infelizmente, as atividades de produção de mudas (de cambucá ou qualquer outra árvore) foram suspensas neste período de reestruturação.
Aguardamos ansiosos o cumprimento da Lei Municipal que regulamenta a RESERVA BIOLÓGICA DOS CAMBUCÁS e prevê a criação de seu Conselho Gestor, bem como o andamento do Plano de Manejo da Reserva.
Iremos lutar, dentro do Conselho e do Plano de Manejo, para que seja estruturado um plano de produção de mudas de cambucá.
Desta forma, o contato de vocês e o apoio com mensagens é fundamental para validar o interesse no retorno das atividades de produção de mudas de cambucá.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Formigas...




Um grande formigueiro está se formando na trilha da Reserva dos Cambucás.


Esta formigas causaram um verdadeiro estrago em uma das mudas de cambucá.


Esta foto, de um cambucazinho completamente sem folhas, é do mesmo cambucá que abre o nosso blog!

Campanha Ecológica




Os alunos do 2º ano do Ensino Médio criaram uma campanha ecológica, acompanhando o trabalho apresentado do II Seminário de Questões Ambientais - Verdes Caminhos de Euclides da Cunha.
A Campanha "Salve a Amazônia" foi criada pelos alunos: Luciana Mattos. Maíra Ecard e Sétimo Leopoldo Campanati.
A Campanha "Extrativismo Ilegal" foi criada pelos alunos Saulo Welbert, Luiz Felipe Japor e Renan Ferreira.
Para saber mais informações sobre Seminário, visite: http://www.euclidescomeuclides.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Renovação


Alunos do Ensino Fundamental II: João Marcelo e Pedro.


Eles deram um show de disposição e companherismo no nosso passeio.
A árvore central é uma das mudas de cambucá plantada por nossos alunos.

O futuro do Projeto Cambucás está garantido!!!

Visita à REBIO CAMBUCÁS


No último sábado, dia 06/06, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), fizemos um passeio com alunos do Colégio Euclides da Cunha, amigos da SECAN, do IBAMA e alunos do Colégio Estadual Maria Zulmira Torres, convidados pela professora Eliamara.


Em nosso passeio tivemos momentos de lazer, descontração, conhecimento e reflexão sobre a importância de nossa Reserva.


Este foi também uma opotunidade de renovação: nossos monitores estão se despedindo do Colégio, por serem de nossa turma finalista, mas a promessa de novos monitores é animadora. Alunos do Ensino Fundamental I e II mostraram que não brincam "com coisa séria". A integração das diferentes gerações do Colégio foi significativa também pela presença do nosso ex-aluno Leopoldo Erthal, que nos acompanhou coletando dados para um trabalho de seu curso universitário.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

De onde você é???

De onde você é?

Ao conhecer uma nova pessoa, entre as apresentações de praxe, está a referência a seu local de origem. De onde você é? De onde você vem? Onde nasceu? Onde mora? Onde trabalha? Seguindo nossa orientação social respondemos com o nome de uma cidade, estado, região ou país. Experimente você responder: de onde você é? Cantagalo? Cordeiro? Macuco? Bom Jardim? Nova Friburgo? Qualquer que seja a resposta, ela confirma que pertencemos a territórios social e politicamente demarcados de formas distintas, e isso não é questionável.

Mas e se mudarmos nossa orientação de social para ambiental? Embora sejamos “povos modernos socialmente estruturados em unidades politicamente organizadas, como as cidades”, estamos inseridos em uma ambiente natural. E estar inserido em um ambiente natural significa interagir com o mesmo, integrando-se às intricadas relações e leis biológicas que os estrutura e rege. E então? De onde você é? Em qual ambiente natural você está mergulhado? Em qual ambiente você é peça integrante, indissociável e portanto co-reponsável por seu equilíbrio vital? Responder a estas perguntas é um passo a ser dado para que possamos reduzir o egoísmo humano que nos leva a tratar o ambiente natural como um servidor inesgotável, que só tem serventia para atender às necessidades da população humana. Viver eticamente no mundo moderno torna imperativo que reconheçamos a qual ambiente natural pertencemos - mesmo que estejamos habitando paisagens transformadas desde há muito tempo pela ocupação, exploração e deterioração humana.

É preciso olhar ao redor, enxergar através das janelas das casas, além dos muros e quintais, além dos motores que passam apressados por estradas pavimentadas ou não. É preciso retornar ao passado também. Quem aqui viveu antes de nós, de nossos pais, avós, bisavós? Em uma curta viagem no tempo, há pouco menos de 200 anos, nossa região era uma paraíso tropical, com floresta exuberante, rica biodiversidade, espécies exóticas, clima agradável e povos tradicionais, aos quais a história nos ensinou a chamar de índios. Esse paraíso constituído por uma floresta tropical pluvial era um território convidativo à ocupação e exploração. Primeiramente buscou-se ouro, depois assentaram-se colonos europeus que delimitaram propriedades, construíram vilas e cidades que receberam mais colonos, que expandiram os territórios já ocupados - dos quais os primeiros habitantes índios já haviam se afastado há muito. A terra foi cultivada com café até ser ocupada pelo gado. Aqueles que resistiram no campo, alguns ainda até hoje, foram tratando a terra conforme suas necessidades familiares, sociais e financeiras. Mais recentemente a mineração passou a explorar o calcário (habitante ainda mais antigo da região que o próprio índio já evadido), e da modernidade fez-se o cimento. E aquele paraíso tropical e exuberante, que antes verdejava os ares dessa terra, foi reduzido às restritas e diminutas áreas conservadas em algumas propriedades particulares (por real intenção de seus donos ocupantes ou por incapacidade financeira ou geográfica de sua exploração predatória). Este olhar para história nossa região, construída por nossos antepassados, não tem a intenção de culpar, ou de minimizar o valor daqueles que colonizaram esta “região de índios”. É preciso se considerar com relevância e propriedade o contexto das épocas passadas com seus próprios valores culturais e éticos. Mas é preciso repensar a história que construímos em nosso tempo e as relações que estabelecemos com o ambiente natural que ainda nos abriga, além das nossas edificações urbanas.

Olhar ao redor, conhecer o passado e tomar conhecimento do papel que nos cabe nas relações sociais e naturais são atitudes pertinentes ao homem moderno comprometido com a sobrevivência da humanidade (pensando globalmente) e com a busca da sustentabilidade da região em que habita (agindo localmente).

Na busca de nossa sustentabilidade regional há que se questionar:
- O que ainda resta da floresta tropical que recobria nossos campo?
- O que ainda resta do solo após mais de um século de exploração?
- O que ainda resta da biodiversidade da Mata Atlântica em nossa região?
- O que ainda resta de recurso hídrico não contaminado ou deteriorado pela ocupação
urbana e industrial?
- O que ainda resta de ar seguramente respirável, sem contaminações que sequer temos o
direito de investigar, porque qualquer informação nos é negada?

Na busca da nossa sustentabilidae regional é preciso responder à estas e outras inúmeras questões, sem perder a referência do passado para delinear o futuro desejado. Mesmo que não possamos recuperar integralmente a biodiversidade da Mata Atlântica que recobria nossa região há 200 anos atrás, podemos nos ocupar de preservar e recuperar suas áreas remanescentes. Podemos, ainda, ter um olhar atento à qualidade da água e do ar do qual nos servimos, e de forma mais atenta devemos nos preocupar em como devolvemos a água e ar após os utilizarmos. Nesse novo caminho será preciso fazer escolhas, mudar hábitos, assumir novos compromissos, novas posturas e colaborar ativamente em um plano de educação permanente, para que ainda tenhamos chances de habitar neste remanescente de Mata Atlântica. Caso contrário nos restará apenas um ambiente com solo empobrecido, erodido e contaminado; minas calcárias abandonadas depois de esgotadas; recursos hídricos e atmosfera saturados de agentes químicos “desconhecidos”. Os românticos exploradores de nossa terra frente a este panorama dirão: “Esse cenário é para daqui há muitos anos... Não há o que se preocupar ainda!” Os realistas apelarão: “O tempo é agora! O tempo já foi ontem! Ou nos reestruturamos ou não haverá o que mais reestruturar.”

E então: de onde você é? De onde você vem? Onde e como você e sua descendência vão continuar co-existindo?


Fabiana Figueira Corrêa
Professora de Biologia do Colégio Euclides da Cunha, Coordenadora do Projeto Cambucás – Cantagalo, RJ

(Este texto foi originalmemte publicado no website www.oquevocequer.com.br)

Horto

É com pesar informamos que o Horto Florestal de Cantagalo não produzirá mais mudas, em função da reestruturação do INEA - SEA.
Sendo assim, a produção de mudas de cambucás será comprometida.
Estamos tentando buscar alternativas.
Caso alguém tenha alguma idéia ou possa colaborar conosco, pr favor, entre em contato.